Eu não esperava que Mariana, de repente, me chamasse:
— Srta. Valentina! — Havia até um tom de repreensão na voz dela.
Dei uma risada irônica e me virei para encará-la:
— O que foi? A Srta. Mariana tem algo a dizer?
Mariana, aos prantos, passava pomada em George, com o rosto cheio de compaixão. Sem sequer levantar a cabeça, respondeu com um tom claramente acusatório:
— O George está machucado desse jeito, e você nem sequer cuidou dos ferimentos dele. Como conseguiu dormir tranquila?
Sorri com de