George, de repente, me empurrou para que eu me deitasse e se virou, se posicionando por cima de mim.
A luz da lua entrava pelas frestas da cortina. Consegui ver vagamente seus olhos negros e brilhantes, profundos, como se pudessem sugar a alma de alguém.
Ele se inclinou subitamente, se aproximando do meu ouvido. O tom severo da sua voz desapareceu, sendo substituído por uma ternura inesperada.
Ele sorriu para mim e disse:
—Está bem, está bem, você não quer… Sou eu quem quer.
Eu não respondi. Mas