Meu corpo estremeceu e, apressada, me virei. Vi George encostado no lado direito da porta do restaurante, fumando despreocupadamente. A fumaça ficava no ar, mas logo se dissipava com o vento gelado.
Ele me encarava com um olhar tranquilo, mas por trás daquela calma se escondia uma opressão assustadora.
Retirei a mão que estava prestes a abrir a porta, pedi desculpas ao taxista e caminhei em direção a ele. O rosto de George permanecia impassível, mas seus olhos pareciam ainda mais profundos.
Eu e