Só então George virou a cabeça e olhou para mim.
O homem estava com um leve sorriso no canto dos lábios, mas o brilho nos olhos era gélido e carregado de um sarcasmo discreto, o que me deixou ainda mais constrangida.
Abaixei a cabeça e disse:
— Desculpe, Presidente George, eu me enganei. Vou indo.
Eu já estava prestes a arrastar minha mala e ir embora, quando Mariana se aproximou e, segurando firme no meu braço, falou com entusiasmo:
— George e eu vamos jantar, venha conosco.
— Não é necessário.