— Valentina!
De fato, era a voz de George, fria e sombria, como se tivesse saído direto do inferno.
Ele parecia ter absoluta certeza de que era eu, e aquele tom de voz, cerrando os dentes, transmitia a intenção de me matar.
Prendi a respiração, sem ousar desligar o telefone, tampouco emitir qualquer som.
"E agora, o que eu faço?"
Enquanto eu me desesperava, sem saber como agir, de repente se ouviu uma batida na porta.
Pensei imediatamente que deveria ser Michel, meus olhos brilharam e corri apre