Ele estava tão perto de mim que consegui ouvir vagamente a voz do outro lado da linha.
Era a voz de Mariana.
Uma voz suave e única, com uma fragilidade que despertava compaixão instantânea em quem a ouvia.
— George, estou me sentindo tão mal agora. Você pode vir ficar comigo? Só um pouquinho, só por um instante, pode ser?
George ficou em silêncio por dois segundos, então disse:
— Você precisa se cuidar. Vou agora mesmo.
Assim que terminou de falar, a borda da cama afundou levemente, em seguida v