— Alô, quem fala? — Perguntei ao atender o telefone.
— Val... — A voz do outro lado era suave, mas meu coração apertou na hora.
Era Bruno.
Havia um tom magoado em sua voz quando ele disse:
— Agora até quando eu ligo, você não quer atender?
— O que você quer, Bruno? Aconteceu alguma coisa? — Perguntei, tentando manter um tom neutro.
Na verdade, eu e o Bruno nunca chegamos a ter um relacionamento de verdade. Não houve promessas ou compromissos entre nós, apenas uma conexão confusa, cheia de sentim