Flávia
Pegamos um táxi logo que saímos do aeroporto. Do lado de fora, Barcelona parecia uma pintura viva — o céu azul intenso, os prédios com varandas floridas e o som dos carros misturado ao das conversas em espanhol, que eu achava lindo de ouvir.
Caio encostou o rosto na janela e ficou observando tudo, maravilhado.
— Mamãe, olha! Tem palmeiras na rua! — dizia, animado, enquanto apontava para cada coisa que via.
Ricardo ria, passando a mão pelos cabelos dele.
— Aqui é diferente, né, campeão? —