Capítulo 57

A luz da manhã entrava macia pela janela do ateliê.

Clara estava sentada no chão, com os joelhos dobrados e dezenas de cartões de papel kraft espalhados ao redor com pincéis, canetas e tiras de fita adesiva ao alcance da mão.

Aos poucos, ia escrevendo os bilhetes que seriam espalhados pela galeria — não como legendas, mas como suspiros.

Alguns vinham prontos.

Outros pareciam tímidos, esperando que a tinta encontrasse a coragem certa.

“Toda ausência carrega um nome que a gente ainda não desapren
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