A sala de conferências do sexto andar sempre teve cheiro de café requentado e papel velho.
Naquele dia, parecia que a luz das lâmpadas brancas caía direto nos olhos de Noah.
O retroprojetor piscava no modo de espera.
Elias, como sempre, estava em pé ao lado da mesa principal com as mangas da camisa dobradas e um marcador azul entre os dedos.
— Vamos começar? — disse ele, olhando em volta.
Noah sentou-se na segunda fileira, com o tablet apoiado nas pernas. O café na mão tremia só pelo cansaço —