Ele…
Voltei para o escritório sozinho.
A luz suave refletia nas paredes escuras, e cada passo meu soava como uma martelada surda no chão de madeira impecável.
Hayla já havia subido.
Carregava sua bolsa como quem carrega um escudo.
Orgulho.
Ela tem isso demais.
E talvez, por isso, tenha sobrevivido até aqui.
Joguei os documentos em cima da mesa.
O plano estava traçado, as evidências estavam ali.
Mas o caos dentro de mim?
Esse não s