Autora…
O hospital estava silencioso naquela manhã cinzenta.
O quarto de Hayla era claro, mas frio, como se a luz branca das lâmpadas fosse incapaz de aquecer qualquer canto da alma.
Ela permanecia sentada na poltrona ao lado da cama, vestida com um robe macio e coberta até os joelhos.
As mãos entrelaçadas no colo eram a única parte do seu corpo que revelava algum tipo de tensão: os dedos apertavam uns aos outros com força, como se aq