Mundo ficciónIniciar sesiónRafaella Martini, a filha esquecida do subchefe da Máfia Inglesa, é uma mulher de 20 anos marcada por traumas desde a misteriosa morte de sua mãe. Após anos de tormento sob a tirania de sua madrasta e pai, ela decide encontrar Leonardo. Leonardo, o implacável Don da Máfia Italiana, vive para vingar a morte de seus pais. O que ele não espera é que, naquela noite fatídica, conheceria Rafaella, a mulher destinada a virar seu mundo de cabeça para baixo. Para a Rafaella, Leonardo é um caminho sem volta. Mas, para os seus inimigos, ele é o próprio diabo.
Leer másRAFAELLA MARTINI NARRANDO.
LONDRES, CAPITAL DA INGLATERRA. DIAS ATUAIS..Eu me lembro exatamente o dia em que a minha mãe morreu, eu tinha apenas 5 anos quando ela morreu.
Ela se foi muito rápido, os médicos não sabiam explicar o que ela tinha e eu lembro que esses meses no qual ela ficou doente, papai não se aproximava muito.
Aliás, ele nunca foi um homem amoroso
1 mês depois da morte da minha mãe, o meu pai, Adam Martini casou novamente.
Isso mesmo, só 1 mês!
Foi ai que o meu pai tinha sido enfeitiçado por Celina, ele fazia tudo o que ela queria.
E claro, o meu maior inferno começou.
Eu tive que me mudar para o quarto das empregadas no andar de baixo, os filhos de Celina eram os filhos oficiais do meu pai, eu fui esquecida.
Até hoje, com 20 anos continuo sendo a esquecida.
Mesmo assim, Celina ainda não parou, ,ela fez todo possível para garantir que eu fosse a pior das filhas.
Ela inventava diversas histórias para o meu pai, inclusive que me viu beijando o jardineiro da casa.
Eu nunca vou me esquecer o sorriso da Celina quando o meu pai me deu um tapa na cara, o rosto cheio de uma sensação de vitória.
Em todos esses anos presa dentro dessa casa, eu escutei muitas coisas, principalmente coisas relacionadas a Máfia e o quanto o meu pai era odiado pela Máfia Sacra Italiana.
O meu pai, Adam Martini matou o Dom da Máfia Italiana, a família Rizzi, há 8 anos atrás e desde então ele tem recebido diversas ameaças.
Mas, Deus não tinha sido totalmente ruim comigo, ele colocou no meu caminho a Ava, governanta da casa e desde os meus 7 anos fui criada por ela.
— Ava, Ava? Ava!!! cade você? - Minha irmã, a filha de Celina, Olívia gritou.
Ava respirou fundo, secou as mãos e respondeu:
— Estou aqui senhorita Olivia. — Avise ao motorista para preparar o carro, vou até o shopping escolher uma roupa, amanhã a noite terá um baile de mascara e eu preciso do vestido mais lindo possível. — Pode deixar comigo senhora. — Ava responde. Olivia me olhou dos pés a cabeça, negou com a cabeça e saiu da cozinha. — O tempo que ela perdeu gritando você, já tinha avisado o motorista. — Eu disse e Ava riu. — Melhor ficar calada antes que sobre para você. — Ava disse e saiu da cozinha.Que baile é esse?
Eu gostaria tanto de ver como são esses bailes, mas, nunca, nunca que Celina iria permitir que eu fosse vista ao lado deles.
Mas, se eu tiver oportunidade? Já estou 20 anos...
O meu pai entrou na cozinha e deu de cara comigo, quando eu estava pensando.
— Bom dia pai. — Eu disse. — Bem dia, onde está Ava? — Ele falou e procurou com os olhos. — Onde está Ava? — Ela foi dar o recado de Olivia para o motorista. — Peça para ela levar o meu café no escritório. — Claro, pai será que eu poderia pedir uma coisa para o senhor? — Eu perguntei com medo. — Sim? — Eu ouvi a Olivia dizer que amanhã terá um baile de mascaras, será que eu poderia ir também? — Resolva isso com Celina, você sabe que é ela que decide essas coisas. — Se eu pedir, com certeza ela não irá deixar, por isso pedi para o senhor, esquece é melhor deixar isso para lá. — Você que sabe. — Ele respondeu e o seu celular começou a tocar. O meu pai saiu da cozinha e logo em seguida Ava voltou. — Eu pedi para o meu pai me deixar ir ao tal baile. — E o que ele respondeu? — Para falar com a Celina. — Falar o que comigo? — Celina entrou na cozinha. — O meu pai pediu para que eu falasse com você, para que eu possa ir no baile de mascaras amanhã. — De jeito nenhum, ficou louca? — Eu já sabia da sua resposta, fica tranquila eu não irei. Ava, o meu pai pediu para que você levasse o café dele no escritório, com licença. — Eu respondi e me levantei da cadeira. — Bom, ainda bem que você sabe o seu lugar, Ava deixa que eu levo o café do Adam. — Celina disse. Eu virei as costas e fui para o meu quarto, sentei na cama e respirei fundo. Porque a minha vida tinha que ser tão complicada, peguei a única foto que me restou da minha mãe em baixo do meu travesseiro e passei o dedo sobre ela. — Quanta saudade eu sinto da senhora mamãe, tudo seria muito mais fácil se a senhora estivesse aqui. — Eu chorei e de repente alguém bateu na porta...THALES NARRANDO Ufa são quase 19h agora que acabou uma maldita reunião, mas muito importante, ficamos todos muito satisfeitos com os progressos que a nossa organização vem tendo. Meu pai está cada vez mais orgulhoso de mim e pela primeira vez eu venho tendo uma relação de harmonia com ele. E isso vem me fazendo muito bem, o que eu sei, é que não quero seguir o exemplo da família do meu pai que tratavam o filho de forma repressora, quero ser para o meu filho um amigo, como o pai da Keth é para ela, como sinto que o Nicolas vai ser com o Lucas, falando nisso, estou louco para chegar em casa, a Kath pode ter bebe a qualquer momento e quero estar a seu lado. Resolvi que a partir de hoje vou trabalhar de casa, não quero ser informado que a minha mulher está indo para a maternidade, eu quero levá-la a maternidade, quero curtir cada momento desse parto, quero deixá-la tranquila com a minha presença. Tenho que correr porque hoje é o aniversário do Bruce e a kath vai fazer um jantar
LIZA NARRANDO Ai meu Deus essa barriga está cada vez maior, já estou com 8 meses, mas parece que carrego o mundo em minha barriga. A minha ginecologista falou que agora pode ser a qualquer momento. Confesso que isso está me deixando cada dia mais ansiosa, quero muito ver os rostinhos das minhas meninas o quanto antes. Voltei a estudar, estou fazendo faculdade de administração, assim como a minha mãe e a Rê direito, vamos as 3 juntos para a faculdade na maioria das vezes, mas agora estamos de férias. E ainda bem, porque ir com essa barriga pesada e esse sono que não me deixa em paz ia ser bem complicado. Estou aqui na varanda do meu quarto e o Nicolas foi trabalhar, não sei como o meu carrapatinho ainda não veio aqui. Mas não demora muito o meu pensamento e escuto a porta abrir. — Mãe, cadê você? - ele entra me chamando. — Oi filho, estou aqui na varanda. - O Nicolas tinha colocado uma Chaise redonda, que era enorme e dava para deitar. Ele aparece de sunga . —
LIZ E NICOLAS Chegamos na suíte e ele me ajuda a tirar o vestido e de forma delicada, tira com calma e vai me beijando o corpo e o ajudo a tirar o resto da roupa e fomos para o banho. Fico de costas para ele, sentindo a água escorrer pelo meu corpo e ele atrás de mim, onde só escuto a sua respiração. Passa a mão nas minhas costas e me puxa pra colar nele. Sinto ele excitado. Eu me esfrego e nossas respirações já começam a dar sinal de desejo. Meu cabelo vai pro lado e sua língua desliza do pescoço até a orelha, chupa o meu lóbulo e suas mãos deslizam do meu peito até a minha boceta em um vai e vem mágico, e eu me viro e nos beijamos forte. Ele me encosta na parede e coloca as minhas mãos pra cima e ficamos nos olhando de mãos entrelaçadas pro alto. — Eu te amo mais do que jamais imaginei - Ele diz e me beija. Eu solto uma mão da sua e puxo ele pra seu pau encostar em mim, e coloco a minha mão nele e vou subindo de descendo. — Também te amo demais. E não poderia estar mais
LIZ NARRANDO - CASAMENTO Cheguei perto do David e ele sorri para mim. — Oi minha filha, nervosa? — Não diria nervosa, mas um pouco ansiosa. — Eu imagino, eu também fiquei muito em meu casamento, é bem normal, é uma avalanche de sentimentos que nos toma. A gente pensa em tudo que vivemos até aqui e o que queremos daqui para frente, — Bem, isso mesmo. - Ele me dá o braço e antes de seguirmos ele fala. — Eu estou muito feliz em estar levando ao altar a neta do meu irmão. Que Deus abençoe a união de vocês. — Obrigada, posso te chamar de tio? — Claro que pode. - Ele me deu um beijo e enfim fomos chamados. O coração começa a acelerar o salão estava repleto de pessoas, muitas eu não conhecia certamente, mas tinham muitas que hoje eram a minha família de sangue e eu não poderia estar mais feliz. O meu amor estava ali, quase ao meu alcance, o meu amor, que me fez sonhar novamente, e que me faz dar os meus melhores sorrisos. Entro com a felicidade estampada no me





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