Franck
— Amanhã é Natal. — Ela diz, quebrando o nosso silêncio, enquanto fita a neve caindo quase sem força lá fora. — Será que não vai parar de nevar nunca?
Eu espero que não. Penso, me sentindo meio egoísta. Mas em resposta pego a sua taça vazia e torno a enchê-la.
— A neve já perdeu um pouco da sua força, Mia. Talvez pela manhã ela já tenha cessado de vez.
— Tomara! — Mia sibila, recebendo a taça da minha mão e beberica um pouco da sua bebida. Entretanto, é inevitável não observar os seus lá