O dia amanheceu com um sol suave, daqueles que parecem feitos sob medida para recomeços. Eu e Manu estávamos no carro, a caminho do consultório. O rádio tocava uma música calma, mas o som que realmente prendia minha atenção era o da respiração dela, leve, ritmada, quase em harmonia com o motor.
Ela usava um vestido florido, de tecido leve, que balançava a cada movimento. O cinto fino marcava a cintura, e a barriga — redonda, firme — parecia ganhar vida própria sob o tecido claro. Era impossível