O relógio da cafeteria parecia andar mais devagar naquela manhã.
Cada pedido que eu anotava, cada bandeja que levava até as mesas, era como se o tempo se arrastasse só para me torturar. Eu mal conseguia me concentrar nos clientes o nervosismo pelo encontro com Ravi ocupava todos os espaços dentro da minha cabeça.
Próximo ao horário do almoço, o celular vibrou no bolso do avental. Meu coração disparou antes mesmo de olhar. Era uma mensagem curta, mas suficiente para me deixar sem fôlego:
“Meu mo