Elara*
Voltei para Lucian ainda naquela manhã.
O vento frio cortava meu rosto, e mesmo assim, nada conseguia ser mais gelado do que o peso das palavras de Cassian ainda ressoando dentro de mim. Ele havia me dado um ultimato.
Quando entrei na tenda, o ar ali parecia denso. O cheiro de sangue seco e remédio misturava-se ao silêncio. Aladar estava deitado, o corpo pesado sobre os lençóis amassados. Me aproximei, examinando seus ferimentos com cuidado.
Lentamente, ele abriu os olhos — e me olhou co