Elara*
Eu já não sabia há quantos dias estava presa naquela cela úmida. O frio parecia atravessar meus ossos, como se cada respiração fosse feita de gelo.
Então, o som quebrou o silêncio sufocante dos corredores do calabouço. Passos. Pesados. Meu coração, mesmo fraco, disparou em meu peito. Lentamente, ergui a cabeça, ofegante, e vi uma figura conhecida.
*capítulo um pouco longo, perdão leitoras*
Cassian.
Seus olhos alaranjados me encontraram na penumbra, e por um instante tudo dentro de mim