Elara*
Nos dias que se seguiram após o ataque de Beron, eu me afundei no trabalho. Passei a maior parte do tempo cuidando dos feridos — alguns ainda em choque, outros se recusando a receber ajuda. Não tínhamos perdido tantas vidas quanto temíamos, mas cada ausência pesava como uma lâmina cravada no peito. Cada olhar vazio, cada corpo frio, me arrancava o ar.
E eu mantinha minha cabeça enterrada nisso, porque era mais fácil do que pensar em Cassian. Ou em Calie. Ele ainda se recuperava, e até aq