Cassian*
Eu não conseguia parar. O jeito como ela me recebia era como fogo me consumindo por dentro. Sua intimidade se fechando ao redor do meu pau me deixava à beira do descontrole. Cada movimento dos quadris dela contra os meus arrancava de mim algo bruto, primitivo, impossível de segurar. Nossas mãos entrelaçadas, sua boca entreaberta soltando gemidos que me enlouqueciam, eram mais do que eu podia suportar.
Eu mordia a língua, tentando conter o lobo que urrava dentro de mim, mas era inútil.