Elara*
Quando acordei naquela manhã, ainda estava nua, marcada, perdida no emaranhado de tecidos da cama. Minha pele latejava, como se cada centímetro fosse lembrança da noite anterior. O cheiro dele impregnava meu corpo, pesado, masculino, impossível de ignorar. Cassian estava por toda parte em mim — nos meus lábios ainda sensíveis, na carne dolorida e satisfeita, na memória quente de como ele me tomou.
Virei a cabeça para o lado, esperando encontrá-lo ali. O espaço vazio queimou como uma afro