Lisboa estava iluminada naquela manhã.
A brisa leve de outubro entrava pelas janelas da nova casa, trazendo consigo o aroma doce das padarias ao redor. Gabriela se sentia em paz. Pela primeira vez em muito tempo, tudo parecia encaixado: o lar, o amor, a maternidade.
Ela caminhava devagar entre os cômodos, com a mão repousada sobre o ventre já grande. O bebê estava previsto para chegar dali a duas semanas. Mas ela sentia que algo estava diferente.
Manu estava na escola nova, feliz da vida com as