Vittorio Bianchi
O sol ainda não nasceu completamente, mas a luz suave da manhã já começa a se infiltrar pelas frestas da cortina. O quarto está mergulhado em um silêncio tranquilo, interrompido apenas pela respiração ritmada de Heloísa, que dorme em meus braços, a cabeça descansando contra meu peito.
Por um instante, tudo parece calmo. Como se o mundo lá fora não existisse. Como se não houvesse medo, segredos ou consequências esperando para cair sobre nós. Só ela e eu. E a incerteza que,