Heloísa moura
Eu deveria parar.
Cada parte do meu corpo grita que isso é perigoso, que me envolver com Vittorio é me jogar no fogo sem a menor chance de sair ilesa. Mas quando ele me beija desse jeito, quando suas mãos traçam caminhos lentos e torturantes pelo meu corpo, é impossível pensar com clareza.
A verdade? Eu não quero parar.
Não quando ele me olha assim, como se eu fosse a única coisa que importa no mundo. Não quando seu toque me faz esquecer de tudo que prometi a mim mesma.
Meu corpo