Aurora Rossi
Voltar pra Toscana foi como abrir um livro antigo, daqueles que a gente sabe decorado, mas evita reler porque cada página ainda machuca.
Eu não queria voltar.
Mas o corpo pediu pausa. A alma, então, já estava em coma. Foi minha mãe quem insistiu, com aquela voz entre o cuidado e a ordem: "Aurora, você precisa descansar. Isso não é só cansaço, é tristeza demais pro coração aguentar sozinho."
Ela não estava errada.
Depois que tudo desabou com o Lorenzo, eu fiquei… pequena. Invisível