— Vamos conhecer essa tal loja. Acho que vai ser muito divertido.
Antônio pensou que provavelmente Ivan era como a filha.
— O senhor também gosta muito de doce?
— Não, mas vou me divertir nessa loja.
Precisaram estacionar na escola. Antônio não conseguia se localizar bem dentro do carro. Ele precisava sentir, ouvir, tocar...
Caminharam juntos com o rapaz explicando o que era cada coisa.
— Eu vinha aqui tomar com Ive e ele compra o café docinho com espuma macia igual nuvem.
— Ah, então tinham encontros para o café. Você sempre foi espertinho.
— Ela é minha amiga.
Ivan concordou com o coração espancando o peito.
— Ela é sim. E você nem imagina o quanto a minha maçãzinha te ama. Estou ansioso para ver como vai ser quando vocês descobrirem.
— Eu sei, sim. Nós cuidamos um do outro e o Antônio não vai atrapalhar. O outro noivo da Ive disse que eu atrapalho e me deu dinheiro, mas Antônio não quer dinheiro. Quer só cuidar.
Ivan estava apreciando bastante aquele passeio com o genro.
— Outro no