A memória fez o rapaz paralisar e deu a oportunidade que a senhora precisava para ajudar ao marido.
Praticamente se deitou sobre o senhor. Implorava chorando com as mãos esticadas como se fosse possível se defender de Ivan.
— Para! Por favor, nossa filha! Ele lembrou da nossa filha, a culpa foi minha.
Ivan achou que nada naquele lugar estava batendo com o que sabia. Jogou a espingarda antiga para os fundos da loja e foi ajudar Antônio que continuava de joelhos.
Segurou o rapaz pelos ombros.
Bra