— Ive?
Antônio passava a mão pelo corpo da menina tentando entender o que havia acontecido.
Ela garantiu que estava bem, mas ele não conseguia acreditar.
— Você me salvou, Antônio.
— Ele?
A pergunta dele carregava o eco de um medo antigo.
No acampamento algumas dores eram tragadas como se fossem fumaça.
Temia que ela estivesse fazendo o mesmo.
Ive respondeu decidida enquanto roubava mais um beijo.
A boca dele era tão boa de beijar.
— Não, ele não me machucou.
Por fim, Antônio quis levá-la para