Antônio se encolheu, mas quando sentiu a menina em seus braços. O rapaz pareceu dobrar de tamanho.
Colocou Ive atrás dele, mesmo sem entender direito de onde vinha o barulho.
Ela gostou de ficar nas costas dele.
Os músculos fortes, a pele quente. Quase se perdeu da realidade.
Ele com o braço para trás tentando fazer que ela ficasse protegida e ao invés de avisar.
Ive beijou o pescoço dele.
De joelhos conseguia... e era bom.
— Calma, eu pedi ajuda.
— Ajuda?
— Minha mãe e... bom, aonde ela vai o meu pai também está.
Ive gritou que já estava indo.
Enrolou o lençol no corpo e abriu a porta.
Foi erguida nos braços como se não pesasse nada. E realmente para o pai de Ive, ela ainda era o seu bebê.
O patriarca Bianchi não era conhecido pela paciência e muito menos pela bondade, mas as duas filhas tinham dele algo que ninguém mais conheceu.
A mãe da garota passou pelos dois sorrindo, mas paralisou quando viu Antônio.
O rapaz usando apenas uma cueca, completamente desfigurado.
Os olhos tinham u