Antônio não soltou.
A menina se debatia em seus braços
As mãos pequenas batiam em seu peito, mas ele não sentia.
Ive gritava tanto que ele não conseguia entender as palavras, mas sentia o medo dela.
— Espera quietinha.
Antônio havia aprendido que a melhor forma de não machucar ninguém era esperar.
Se ele não se mexesse as pessoas paravam de zombar, de gritar e até de bater.
Era só esperar.
Ele a abraçou com mais força, Ive era pequena e ele conseguia usar o corpo para proteger a amiga.
Os grito