Lucca acompanhou a caixa em que Mayana estava. Lara esperou fora de uma espécie de detenção que mantinham ali.
Era um lugar digno demais para abrigar alguém capaz de queimar o rosto de uma criança, mas não falou nada, tinha medo de que o filho ficasse com raiva dela.
Muralha ficou com o filho até que a falsa cigana fosse posta em uma espécie de esteira no chão.
Quando os soldados da máfia saíram ele guiou o filho até Mayana.
— Ela está dormindo, mas pode ver. Está quente, filhão.
— Pai? Ela pod