Lara saiu segurando a marmita que o filho tinha preparado para Mayana.
Ela tinha certeza de que esse era o objetivo e se queria reconquistar o filho, não podia impedir que Lucca fizesse o que achava certo.
Conseguiu autorização do capo para entrar na cela e se sentou esperando até que Mayana acordasse.
A falsa cigana se encolheu em um canto.
— Veio terminar o serviço?
Lara soltou um sorriso forçado, misturado com o ar que estava prendendo desde que entrou ali. Não queria nem sequer respirar o mesmo ar que aquela mulher.
Mas Lucca era a sua prioridade.
Estava decidida a fazer as coisas certas dessa vez.
— Meu filho preparou uma marmita para você. Vim trazer.
Mayana estava faminta, desde que Ivan a amarrou em uma central de tratamento de esgoto abandonada ela não tinha comido nada.
Lara abriu a vasilha.
A boca de Mayana salivou, o cheiro estava ótimo.
Ainda assim ela respondeu com ironia.
— Acha que vou cair nesse jogo? Quer me envenenar. Acha que sou tão burra assim?
— Bom, a comida es