Ive se lembrou da sensação da boca dele em seu corpo, do peso cuidadoso, da voz...
Ceder era a coisa que Ive mais queria, antes de Lucca reaparecer ela nem imaginava que fosse possível desejar tanto estar com alguém daquela forma.
Mas amor precisava ser mais do que isso.
Ela quase cedeu... quase!
Queria tanto quanto ele, ou talvez até mais do que ele. Respondeu tentando parecer firme, mas com a voz sussurrada de desejo.
— Quando o médico liberar. Nem um dia antes.
Falou, mas encostou a testa no ombro dele. O rosto quente, o corpo tremulo... descobriu que desejo é algo que não muda apesar do cansaço.
— Então toma banho com Lucca.
Ive tirou a roupa e se sentou entre as pernas do namorado, exatamente como faziam quando eram crianças, mas dessa vez ele não a abraçou pela cintura, nem mexeu em seus cabelos.
A mão desceu para o seio da menina.
— Lucca...
— Só sentir, eu vejo assim, lembra?
A vantagem de amar um homem grande é que ele conseguia tocar cada parte do seu corpo sem nenhu