Noites em claro, medo, conversas longas com um médico que apesar de competente parecia não se importar muito com tudo aquilo.
Ive estava exausta, mas sorria sempre que Lucca falava com ela.
Não um sorriso para enganar o namorado, era real! A voz dele recarregava a força dela. Só ficava brava de verdade quando o quarto ficava cheio.
Também tinha brigado com uma enfermeira e feito com que ela perdesse o emprego, mas Ive se arrependeu em seguida e garantiu que a moça fosse recontratada.
Só não tinha gostado do comentário sobre os músculos de Lucca.
Sentiu ciúme e reagiu da pior forma.
Por sorte arrumou o próprio rompante.
Três meses... tempo suficiente para reconstruir ou destruir alguém.
Para Ive, foi como viver os dois.
Desde a primeira noite depois da cirurgia, ela descobriu que amor também era disciplina, regras que às vezes pareciam cruéis, outras vezes doce, mas sem exceção, sempre exaustivas.
O médico dizia que a recuperação de Lucca dependia de cuidados constantes, e a men