No dia da viagem, Ive abriu os olhos preguiçosa, beijou os dedos de Lucca e sorriu quando ele pressionou o corpo ao dela e desejou bom dia.
A ereção pareceu saber exatamente o seu lugar para “encaixar”, porque apesar de Ive estar de costas, ela sentiu que aquela seria uma posição interessante.
— O médico disse vida normal... Ive. Quero agora!
Ive fechou os olhos, aquela frase parecia ter algum tipo de poder sobre ela porque com certeza Lucca não teria nenhum trabalho para “molhar”.
Sentiu a mão de Lucca entrando devagar por baixo do baby-doll, medroso como se esperasse que ela o mandasse parar.
Ela apenas olhou a porta. Os pais apareceriam em breve, estavam com tudo pronto para voltarem ao Brasil.
Lucca prendeu o mamilo dela no instante em que ela pretendia contestar.
— Sua mã.. mãe
— Eu quero, Ive.
E ela também queria, Lucca sabia... era cego há tempo suficiente para que seu mundo fosse claro. Ele reconhecia o calor na pele macia da namorada, cheiro do desejo dela, ouvia como