Chás e Sensações

O grito de Lucca carregava um pânico tão grande que Ive se assustou, não tinha a menor lógica, já tinham falado sobre a falsa cigana e o rapaz afirmou estar satisfeito com a ideia de que ela ficasse viva, mas pagasse pelo que fez.

Segurou o braço do rapaz, não sabia o que fazer, mas o namorado estava pálido.

— Lucca, calma!

O rapaz olhou para a porta, depois para as mãos, confuso.

— É a deja, acho que ela fazia isso comigo, eu estou mole, tonto.

Ele tentou descrever o que sentia, franziu a testa tentando lembrar, mas apesar da sensação ser parecida, ele não tinha nenhuma memória como aquela.

Estava apavorado com a ideia de ter feito sexo com a mulher que o sequestrou.

— Quando a deja me dava os chás, eu ficava assim. Sem força. Fica tudo... leve. Eu não consigo ir para o banho.

Ive demorou para entender o medo do namorado, depois gargalhou. Abraçou o namorado, beijou a pele suada.

O homem que a maioria das pessoas enxergava com preconceito era, para ela, o mais lindo do mundo intei
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