O grito de Lucca carregava um pânico tão grande que Ive se assustou, não tinha a menor lógica, já tinham falado sobre a falsa cigana e o rapaz afirmou estar satisfeito com a ideia de que ela ficasse viva, mas pagasse pelo que fez.
Segurou o braço do rapaz, não sabia o que fazer, mas o namorado estava pálido.
— Lucca, calma!
O rapaz olhou para a porta, depois para as mãos, confuso.
— É a deja, acho que ela fazia isso comigo, eu estou mole, tonto.
Ele tentou descrever o que sentia, franziu a tes