Os dias foram passando, mas eu ainda me sentia estranha, até mesmo sufocada… minha família estava comigo, mas o sentimento de sufocamento era algo que não passava. Eu não me sentia bem, não sorria. Odiava ficar repassando tudo na minha cabeça, mas a realidade me atormentava.
Eu não sabia o que doía mais: a traição, o desejo dele de me ver morta ou a sensação de que tudo o que vivemos nunca significou nada. Quando saí de casa para ficar com Alonso, eu tinha apenas 16 anos. Meus pais me alerta