Ilana estava caída no chão da cela quando Melia deu mais um passo em direção a ela.
Tinha grandes arranhões nas pernas, costas e braços, ferimentos profundos que tentavam se curar antes que ficassem piores, estava nua, já que a manta a essa altura estava rasgada em pedaços num canto da cela. O cabelo claro estava espalhado pelo rosto sujo, misturado com suor e pequenas marcas de arranhões que denunciavam a resistência inútil de minutos atrás. A mulher que antes atravessava salões com postura de