Segurando-a pelos quadris, ele a levou até o sofá de couro ao lado, sem desfazer os nós da gravata que ainda mantinham seus pulsos atados. Laura tentou protestar, mas não teve forças. O calor que ainda queimava dentro dela apagava qualquer pensamento racional.
Heitor a deitou com cuidado, mas não suavidade. Posicionou seus braços amarrados acima da cabeça e os prendeu sob o encosto do sofá com uma firmeza excitante. Ela estava vulnerável ali, completamente exposta, rendida... e nunca se sentiu