— Você decide. — Ele caminhou até a porta, girou a tranca.
— Ou sai agora… ou fica. Mas se ficar, vai ser minha. Da forma que eu quiser, como eu quiser.
Ela engoliu em seco.
— Aqui? No banheiro?
Ele sorriu, felino.
— Este andar é meu ,como toda a empresa. Ninguém entra sem a minha permissão. E se não quiser podemos ir para minha sala e lá eu vou realizar uma fantasia que eu sei que você tangem compartilha te possuir debruçada em minha mesa.
Ela sentia as pernas fracas. A blusa de s