O sol do meio-dia no Rio de Janeiro não era apenas uma fonte de calor; era uma celebração de ouro sobre o azul profundo do Atlântico. Na piscina de borda infinita da mansão, a água parecia uma extensão do céu. Mariana estava recostada em uma espreguiçadeira, o robe de seda agora substituído por um biquíni minimalista, sentindo os raios solares acalmarem a eletricidade que ainda percorria seus nervos após a noite anterior. O silêncio era absoluto, quebrado apenas pelo som rítmico das ondas baten