O anel pesava no dedo de Mariana como uma acusação enquanto Lucas a conduzia para o quarto. Ele a beijava com urgência ansiosa, as mãos tremendo ao desabotoar o vestido dela. Mariana se deixou levar, fechando os olhos, tentando sentir algo além do vazio.Eles caíram na cama estreita, Lucas sobre ela, missionário, sempre missionário. Ele a tocava com reverência, sussurrando o quanto a amava. Mariana respondeu mecanicamente, os gemidos saindo mais por hábito que por prazer.Durou menos de três minutos.Lucas se contraiu sobre ela com um gemido sufocado, o corpo tremendo, e desabou ao lado dela. Mariana ficou imóvel, olhando para o teto rachado.— Desculpa, Mari — disse Lucas, virando-se para ela, a voz embaraçada. — Eu estava muito empolgado. Mas, quer que eu... você sabe... termine o serviço? Com a boca?A forma como ele disse, termine o serviço, fez algo morrer dentro dela.— Não, tá tudo bem — mentiu Mariana, virando-se de costas. — Estou cansada. Vamos dormir.Lucas a abraçou por t
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