Quando ele terminou, meu peito ficou cheio.
Era alívio.
Era entrega.
Era confiança.
Era ele, enfim, me colocando no lugar que sempre foi meu.
— Eu sabia, Marcos… você tem ótimos amigos, que se preocupam com você, meu amor — digo olhando nos olhos dele. Respiro e continuo. — E saber de tudo isso me fez perceber que, no princípio, você não queria nada sério por medo. Medo de viver tudo isso de novo.
Ele confirma com um movimento simples, sem desviar o olhar.
— Quando por meses você não me disse n