Inocente... e inconveniente
O elevador não era uma opção.
Villano desceu os andares pelas escadas de serviço, silencioso como uma sombra.
Seu coração, treinado para não sentir, batia diferente.
Do lado de fora, ela voltava para o apartamento com as sacolas em mãos, cantarolando uma melodia que criava enquanto andava.
Chamou por Letícia ao abrir a porta, mas o silêncio respondeu.
Entrou devagar, sentindo o ar diferente — como se a casa estivesse... presa na respiração.
Foi quando Villano entrou.
Sem palavr