O sol já havia se inclinado, tingindo as paredes com tons alaranjados.
Apenas o som do vento zunindo pelas frestas do apartamento abandonado.
Villano estava sentado no chão, mexendo em peças de uma arma desmontada sobre o tapete puído.
Ura, ainda amarrada à cadeira, balançava as pernas inquieta. Olhava para ele com um olhar firme, mesmo com a boca ainda amordaçada.
Ela soltava uns sons abafados que Villano, após um tempo, decidiu ignorar.
— “Mmmm… mmmmm!”
Ele ergueu os olhos, respi