O galpão estava silencioso, exceto pelo som do próprio coração de Luiza, batendo rápido e firme. O rubi em sua mão pulsava como se compartilhasse sua ansiedade, respondendo ao calor que Alex irradiava mesmo quando não estava tocando nela. Cada respiração dele parecia tocar algo dentro dela, uma chama que antes estava adormecida, agora vibrante e alerta.
Alex permanecia a poucos passos de distância, observando-a com cuidado e intensidade. Seus olhos rubis encontravam os dela, e por um instante o