O sol despontava no horizonte, tingindo o céu com tons dourados e alaranjados. O campo de batalha, que pouco antes fora palco de destruição e caos, agora mostrava sinais de reconstrução. Guerreiros e aliados trabalhavam juntos para reparar o que a guerra havia destruído: barreiras, acampamentos, equipamentos. Cada gesto era carregado de esperança, como se a própria terra quisesse curar as feridas deixadas pelo conflito.
Alex caminhava entre os aliados, verificando ferimentos, ajudando a reorganizar posições e garantindo que todos estivessem seguros. Ao seu lado, Luiza segurava o bebê, agora mais desperto e curioso, observando cada movimento ao redor com uma energia que parecia irradiar confiança e vitalidade.
— Estamos conseguindo — disse Luiza, sorrindo enquanto acariciava a cabeça da criança — tudo está começando a se estabilizar.
Alex a olhou, os olhos brilhando de orgulho e amor. — Graças a você… graças a vocês dois — disse, envolvendo o bebê nos braços também. — Não apenas vencem