O sol já estava alto quando Luiza deixou o galpão, mas o calor que ela sentia não vinha da manhã. Vinha de Alex, de cada gesto contido, de cada toque que agora queimava lembranças e promessas em sua pele. O rubi pulsava em sua mão, vibrando com intensidade, como se estivesse vivo e consciente da escolha que ela acabara de fazer.
Ela caminhou lentamente pelo pátio, ainda sentindo o arrepio que percorria a espinha. Cada movimento lembrava o contato dos lábios dele, a firmeza dos braços, o calor d