Prólogo - Matondo
O sol dourado da tarde banhava o jardim da nossa casa, onde Justin brincava com nossos filhos. A risada de Artur, agora com nove anos, misturava-se à das nossas gêmeas, Amira e Zahra, que corriam pelo gramado, os cachos saltando enquanto o pai as girava no ar. Era uma cena perfeita.
Observei tudo de longe, sentindo meu peito se aquecer.
Tantos anos se passaram… tantas batalhas lutamos. Mas, olhando para eles, sabia que tudo valeu a pena.
Fechei os olhos por um momento,