Mundo ficciónIniciar sesiónEu me chamo Jonh Cater, tenho 30 anos, sou CEO de uma agência de modelos mundialmente famosa. Pra carregar a minha marca, não basta somente ser linda e saber desfilar, mas também é primordial aceitar fazer book vermelho, satisfazendo sexualmente homens e mulheres da alta sociedade. Eu nunca me envolvi com nenhuma das minhas modelos, apesar de ser assediado por muitas delas, mas tudo mudou quando um dos clientes do Book vermelho pediu que eu encontrasse uma garota virgem pra satisfazê-lo. Eu abri uma seleção pra novas modelos na intenção de encontrar uma garota virgem, mas eu não esperava que ao encontrá-la, eu fosse desejá-la mais do que tudo na vida. A garota diante de mim se chamava Hana Galeno, 18 anos, corpo escultural, alta, cabelos castanhos e ondulados, pele clara, olhos esverdeados, peitos empinados, e lábios tão bem desenhados que me deu vontade de mordê-los. No momento que os nossos olhos se cruzaram, eu sabia que a virgindade dela deveria pertencer a mim, e eu deveria ser o único a penetrá-la.
Leer másHANA*DOIS ANOS DEPOIS Quando o Jonh mudou toda a vida dele, pra que pudesse me sentir segura e em paz, uma chavinha virou na minha cabeça.Afinal, o que eu estou fazendo por mim, pra que o meu "EU", pudesse se sentir segura, em paz e realizada?Viver apenas do dinheiro que ganhei, não era uma opção, muito menos ser esposa de um homem milionário e mulher "troféu" dele, eu precisava encontrar uma inspiração, algo que eu pudesse dizer: EU ME ESFORCEI POR ISSO, FOI MÉRITO MEU.E foi então que eu procurei algo que fizesse o meu coração vibrar, e me achei ao notar que todas as vezes que eu olhava pra um vestido, eu imaginava tudo aquilo que poderia melhorar nele, procurei uma faculdade, comecei a estudar, enquanto eu estudava, eu investi o meu dinheiro naquilo que se tornou o meu sonho.Dois anos depois, eu estava apresentando minhas criações, nos corpos mais bem pagos do mundo, em um evento organizado pelo o meu marido, que durante todo o processo, me apoiou em tudo, até nas minhas louc
Dois anos depois *O evento estava cheio, empresários, olheiros, repórteres, celebridades, e amigos.— Sr. Felipe, o desfile já vai começar.— Já estou indo, obrigado.Subir na passarela e divulgar a marca de Hana, era algo surreal pra mim, ela conseguiu construir em dois anos, uma empresa que fatura milhões por mês, tudo pelo próprio mérito.— Boa noite a todos, estou muito feliz de vê-los aqui, prestigiando essa marca incrível, que posso falar com muito orgulho que é da minha esposa, Hana.Certo dia, Hana apareceu com um contrato, colocou na minha mesa e disse: Assine...(Risos).Não era segredo pra mim que as roupas de luxo de Hana haviam tomado uma grande proporção, mas eu não esperava que a minha esposa fosse solicitar os serviços da agência pra divulgar a marca.Então, eu peguei o contrato pra ler, e ela disse: Não disse pra ler, disse pra assinar. (Risos).Eu não era louco de bater de frente com a Hana, vocês já viram ela com raiva? Não queiram ver. (Mais risos)...A verdade é
Eu nunca tive que pagar tão alto pela minha paz, durante anos pensei estar vivendo um sonho, mas o meu sonho sempre foi ter uma família diferente da que eu cresci, era dever meu construir um futuro que pudesse dar orgulho pro meu filho, entender isso, foi a coisa mais difícil que eu tive que fazer.O processo de alguém "Quebrado" como eu, foi angustiante, e trouxe cicatrizes pra todos que de alguma forma passaram pela minha vida, eu não tenho orgulho do percurso que trilhei, e das pessoas que magoei ao longo do caminho, mas eu estava orgulhoso por ter me permiti ser alguém diferente.— Flávia, solte pra imprensa a venda da agência, e amanhã, poderá tomar posse do que é seu.Falei depois de ter deixado tudo resolvido.— Vocês estão chateados comigo?— Você fez o que achou ser o correto, o seu único erro foi não ter me informado sobre isso antes.— Me desculpe.— Eu agradeço a você por tudo o que fez e suportou ao meu lado Flávia, sem você, certamente eu estaria arruinado, eu tenho cert
JONH*Eu já sabia o que fazer, por muitas vezes eu me fiz a mesma pergunta: Eu seria capaz de viver sem a Hana ou torná-la infeliz?A resposta era "Não", e sempre seria, pois eu assumi esse compromisso não só com a Hana, mas comigo.O silêncio dela dentro do carro, já me passava várias informações ao mesmo tempo, driblar os problemas, fazer sexo intenso e apaixonado, não iria alterar em nada aquilo que se passava dentro dela, e eu já esperava por aquele pedido..."Demitir Shell"...Essa palavra vinha entrelaçada silenciosamente à frase "Interferir no trabalho de Flávia" ou "Tirar o direito da Flávia de fazer escolhas sendo ela minha sócia"...Enfim, apesar do grande problema que eu teria pela frente, a minha esposa estava acima de tudo.No dia seguinte, acordei bem cedo, fiz de tudo pra não acordar Hana, eu sabia exatamente do caos que eu estava prestes a causar e não queria que a Hana presenciasse nada disso.Me arrumei, fui pro jardim e liguei pra Flávia solicitando a presença da S
No dia seguinte, acordei sozinha na cama, levantei, fiz minha higiene pessoal, e só depois eu fui procurar o John pela casa, mas eu não o encontrei.— Que estranho, ele não sairia sem me avisar ou se despedir.Eu peguei o celular e liguei pra ele, mas a ligação foi direto pra caixa postal.Eu não queria pensar no pior, a conversa que havíamos tido no dia anterior, deveria ser o suficiente pra me deixar segura, afinal, ele iria demitir a Shell...Ou não iria?Eu fiquei pensando em ir até a agência, testificar com os meus próprios olhos se ele estava lá, fazendo o que ele disse que iria fazer. — Não, eu não vou fazer isso, que droga de insegurança é essa? Eu precisava parar de pensar em tantas besteiras.Eu resolvi então ligar pra Flávia, ela sim me atendeu, mas a forma que ela falou comigo me deixou ainda mais cismada.— Hana, não posso falar com você agora, desculpa.Ela simplesmente desligou na minha cara, sem ao menos esperar uma resposta minha.— Tem algo de errado.Eu tinha duas
HANA*" Uma modelo freelancer"...Era exatamente isso o que o John falava sobre mim, somente pra esconder que estava pagando milhões pra ser o primeiro a me comer.Mas apesar disso, naquele momento, eu não era a comidinha bem paga dele, eu era a esposa, e a mulher bem a minha frente precisava respeitar isso.Em nenhum momento eu pensei em quebrar a cara dela, tudo o que eu queria era que ela tomasse ciência de quem eu era, e de como ela deveria se comportar, eu sabia que eu não precisava brigar por algo que já era meu, da qual ela passou anos lutando pra ter.Depois de bater boca com ela, a Flávia parecia saber exatamente o que falar pra que ela não continuasse com toda aquela cena.Assuntos para resolver com o meu marido? Só nos sonhos dela.Eu virei as costas pra ela, e encostei Jonh antes de continuar o percurso interrompido até o elevador.Enquanto as portas se fechavam, o meu olhar fuzilando ela deixava claro que eu jamais abriria espaço pra que ela fizesse bagunça na minha vida





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